quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Workshop de liderança - Johnson e Johnson Brasil

A pedido dos nossos leitores Cibele e Mateus, em relação a postagem realizada no dia 7 se setembro sobre a liderança na Johnson, compilei alguns dos materiais expostos no workshop.

Na palestra do William Cerantola da Plexus Consultoria foram demonstradas algumas tabelas sobre liderança que abordam os seguintes temas: engajamento em tempos de mudança (fonte: base de dados sobre engajamento da Hewitt); estilo de liderança em momentos de mudança (fonte: Rowe, Reardon e Bennis) e a diferença entre gerente e líder(autoria de Viviane Mansi e William Cerantola).

Seguem abaixo as tabelas para que vocês possam analisá-las e utilizar como referência na realização de seus trabalhos.



Fonte: base de dados sobre engajamento da Hewitt
















Fonte: Rowe, Reardon e Bennis










Autoria de Viviane Mansi e William Cerantola

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Valorização do funcionário

A valorização de alguém, diferentemente do que muitos pensam, não significa apenas um bom salário. Muitas organizações de hoje nem chegam perto de perceber e aproveitar o verdadeiro potencial das pessoas - para alguns gestores, o funcionário é descartável dentro do processo produtivo.

A falta de valorização acaba por desestimular a dedicação às atividades propostas, fazendo com que o funcionário se limite à fazer apenas o que lhe é pedido, nunca desejando ir além.

Uma equipe motivada é capaz de mover montanhas. E a motivação está diretamente ligada ao sentimento de valorização e pertencimento do funcionário quanto a organização.

E o papel do líder é fundamental no processo de valorização de um indivíduo: o líder é a representação da organização para o funcionário e vice-versa.

Não existe incentivo melhor que o prestígio e o reconhecimento. O líder, para valorizar um funcionário deve ser, acima de tudo um bom ouvinte.

Aliar gestão e liderança é fundamental para qualquer organização e, principalmente, para as equipes. Verdadeiros líderes promovem e estimulam seus liderados para o sucesso, oferecendo um aprendizado constante, valorizando os talentos.

http://br.hsmglobal.com/contenidos/videoteca_detalle.html?idAdjunto=37634

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O líder que é líder

O que se espera de um líder? Ainda há espaço para a liderança?
Essas são perguntas que o publicitário e psicanalista, Marcio Svartman, indagou em uma matéria para a HSM Managment. E, em suma, fez uam reflexão a respeito de uma postura de liderança para o futuro.
O certo e o errado estão sendo reconsiderados. A nossa mera condição humana não nos permite compreender a complexidade do que é realidade. O certo e errado não são resultados da percepção complexa e ampla, mas sim de uma percpção limitada, que define e limita.
Marcio Svartman pergunta: "Qual é a releção entre um líder e o futuro que se constrói? O líder constrói o futuro ou é construído por ele?"
Talvez, no futuro, o perfil de um líder em um momento de transformação é aquele que tem a sensibilidade para informações sutis, aquele com a condição de conter a angustia humana, afinalo futuro é uma incerteza que aceitamos.
O líder que guia para um estado ilusório de certezas é um falso líder, e só destaca-se nesta posição ao ter seus cegos seguidores. Estes não são líderes para o futuro, já que certezas nos tornam despreparados parea construir um futuro que está acontecendo. Sim, o mundo é cego (pelo menos em sua quase toda maioria).
Outra sabia citação de Marcio Svartman em relação a nova percepção de liderança é: "Quero louvar e assistir o surgimento dos novos líderes. Os líderes que entendem a unicidade do universo, nossa profunda interligação, nossa necessidade de aprender a lidar com as incertezas e que nos ajudem a nos conectar com o mundo natural do qual somos uam pequena parte. Uma parte frágil e assustada, talvez por nossa percepção sobre o quanto deixamos adormecer nossa conexão com este mundo."
Segundo essas reflexões propostas, percebemos que é época de redes e conexões, de novos líderes trabalhando juntos, com a percepção de que não são absolutos, soberanos.
Líderes para o futuro devem mergulhar em suas emoções e achar o equilíbrio e o conhecimento de suas limitações e consciência.
Marcio Svartman é publicitário, pós-graduado em psicanálise de grupos pelo NESME-SP e Mestre em Psicologia pela Puc. Diretor da agência Elos Comunicação.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Bernardinho – um símbolo da liderança moderna

Semana passada comecei a ler o livro Transformando suor em ouro, do mais famoso treinador de vôlei, Bernardo Rosa de Rezende e, por um motivo lógico, associei ao tema retratado no blog.

O livro relaciona a vida de um treinador com os líderes na organização. A fim de facilitar muita coisa, Bernardinho desenvolveu uma equação muito simples, mas que se bem trabalhada gera ótimos resultados:

TRABALHO + TALENTO = SUCESSO

A palavra trabalho é colocada em primeiro lugar, pois ele considera prioritário. Uma frase muito famosa, criada por Thomas Edison diz: “Gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”. Essa frase é trabalhada frequentemente pelo treinador.

Todos os trabalhos realizados pelas organizações são resultado de um trabalho em equipe.“ No fim das contas, são as pessoas que fazem a diferença”. Nesse cenário, cabe ao líder observar os talentos de cada um e, mais do que isso, analisar quais desses tem interesse em crescer e qual deles faz a diferença. O líder deve exigir cada vez mais e fazer testes constantes. Ou seja, disciplina é a ponte que liga nossos sonhos as nossas conquistas. Dessa forma, cabe ao líder desenvolver métodos que sejam capazes de conquistar realizações.


Assim como no vôlei, a disciplina exige treinamentos e capacitação. Segundo Vince Lombardi, “Quanto mais suarmos no treinamento, menos sangraremos na batalha” e como relata Bob Knight, “A vontade de se preparar tem que ser maior do que a vontade de vencer”.

Outra condição fundamental que o líder não pode eliminar é a vida familiar. O equilíbrio é fundamental em tudo na vida, a condição física e psicológica caminham juntas e precisam ser trabalhadas a fim de que uma não seja exageradamente superior a outra.

Sendo assim, uma lição que se pode tirar desse livro é que no processo armadilhas acontecem, mas os líderes devem ser capazes de ponderar e trabalhar em busca dos objetivos das organizações. Ou seja, o sucesso do passado não garante o sucesso do futuro, vencer como favorito é muito mais difícil, por isso as pessoas e organizações não devem se acomodar.

Finalizo essa postagem com duas frases do Bernardinho que considero essenciais e convido a todos a lerem o livro.

“O líder não só comanda, ele estuda, se prepara constantemente”.

“O líder deve demonstrar transparências, desenvolver uma relação de confiança, proximidade com a equipe e instigar o inconformismo”.

domingo, 13 de setembro de 2009

Líderes em pequenas atitudes!

Muito falamos da importância de uma liderança, mas será que os líderes podem evitar fofocas e especulações internas? Vivi uma situação há aproximadamente um mês que me deixou um pouco pensativa sobre esse assunto:

Trabalho em uma Empresa onde faço parte de uma equipe de 35 pessoas, cada qual com a sua função. Conforme minha rotina, cheguei ao trabalho e logo liguei meu computador. Ao ler meus e-mails recebi um que me chamou a atenção, pois era de uma colega que se despedia e avisava que deixaria a nossa área. Fiquei um pouco surpresa, primeiro porque ela estava diretamente envolvida em todos os meus projetos de trabalho, e segundo porque não havia entendido o que estava acontecendo. Eu tinha apenas uma certeza - ela havia sido demitida. Respondi desejando sorte, mas obviamente fiquei um pouco sem graça de perguntar o por quê não trabalharia mais conosco. Essa mesma pergunta não ecoou somente dentro da minha cabeça, como também dos outros colegas de trabalho. Em algumas horas, as pessoas conversavam dentro do banheiro, cochichavam de mesa em mesa e criavam inúmeras possibilidades para a saída dela.

Ficamos durante duas semanas conversando entre nós, mas tudo parecia estar muito mal explicado e confuso. Hoje estamos com uma nova funcionária na equipe, mas nunca fomos avisados oficialmente sobre a demissão de nossa colega e muito menos o motivo pelo qual ela saiu. Decidi escrever essa situação no nosso blog, pois acredito que é uma lição para todos nós que acreditamos em uma liderança interna eficiente. Um líder pode e deve evitar situações como essas. Se a gerente tivesse nos dado um parecer sobre o assunto, talvez a equipe não teria criado tantas fofocas internas e especulado tantas outras coisas (Mais pessoas estavam ameaçadas? A crise estava atingindo a Empresa? Quem seria o próximo?...).

Não se espera que um líder tome somente atitudes grandiosas, mas sim que esteja presente em tudo que afete diretamente os funcionários. Ele deve esclarecer situações internas que o público interno deve e tem o direito de saber. A liderança interna está profundamente ligada a atitudes pequenas e que demostram a importância que os funcionários desempenham para uma organização.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A mulher na liderança


Fatos:
1 - o sexo feminino é maioria na população em 25 dos 27 estados brasileiros;
2 - a cada dia a mulher contemporânea luta por um espaço no mercado de trabalho;
3 – poucas mulheres se contentam com cargos puramente operacionais, onde prevalece a política do “Você é paga para fazer, e não para pensar”;
4 - No Brasil, de cada 10 cargos executivos existentes nas grandes empresas, apenas um é ocupado por mulheres. Fonte: Instituto Ethos/IBOPE, 2003.
Não estou querendo defender uma idéia feminista da superioridade da mulher na liderança dos negócios. Mas tenho plena certeza a o famoso “toque feminino” na alta gerência cairia muito bem a diversas empresas.
Duas características predominantemente femininas já fariam toda a diferença na liderança: capacidade de fazer diversas coisas ao mesmo tempo e flexibilidade.
Repito, não estou desvalorizando a capacidade masculina de liderança. Mas, tendo ciência de que os homens ainda ocupam os cargos mais altos na grande maioria das organizações, sinto a necessidade de deixar claro os benefícios que uma mulher na liderança pode agregar a uma empresa.
Para consolidar sua posição no mercado de trabalho a mulher tem, cada vez mais, adiado seus projetos pessoais, como a maternidade por exemplo. Mas isso não é, em hipótese alguma, um ponto negativo, visto que a função feminina na sociedade já não é a mesma.
Algumas características do universo feminino que, de forma preconceituosa, eram consideradas como fraquezas — sensibilidade para a necessidade dos outros, preocupações comunitárias, por exemplo — viraram vantagens no mundo corporativo atual.
De acordo com o estudo “A Mulher Empresária”, feito pelo SEBRAE, apenas 9,7% das empreendedoras necessita de empréstimos para montar seus negócios. E, quando solicitam ajuda financeira, em 75% dos casos pensam em novos investimentos e não em capital de giro.
As mulheres são líderes por natureza! Desde crianças aprendem a gerir a casa, organizar suas coisas e cuidar da família. Todas essas qualidades, quando transferidas para o lado profissional, se transformam em um belo destaque na liderança.
O mundo dos negócios tem valorizado outros atributos femininos, como o uso da emoção, a integração entre o racional e o intuitivo, além da importância que dão ao relacionamento com as pessoas, facilitando o trabalho em equipe. Mulheres são mais perseverantes e persuasivas; são menos imediatistas e mais capazes de raciocinar no longo prazo; possuem maior abertura e flexibilidade para o aprendizado constante. Todas essas são características naturais nas mulheres. E características que fazem toda a diferença para qualquer empresa.

Cabe a nós, mulheres, provar nosso potencial e valor.

Vamos à luta!

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Qual deve ser a principal característica de um líder?

Durante o tempo de existência deste blog muitos assuntos voltados ao público interno e a liderança foram discutidos e levantados. Falamos sobre cases e histórias que mostram o quanto a liderança é importante para a comunicação interna das empresas.

Percebemos que o bom gestor tem algumas características singulares de comunicador e liderança, enquanto alguns líderes ( que ainda estão no topo das empresas) ainda são muito antiquados e prejudicam a oranização como um todo diante seus públicos.

Agora gostaria de saber qual o conceito de líder ideal para uma organização que surge no seu pensamento depois de ler e comentar todos os materiais que já foram postados.

Gostaria de dar uma atenção especial para a pesquisa do blog “Qual deve ser a principal caracteristica de um líder”. Essa pesquisa é simples. Consiste em escolher o que é mais importante no caráter de um líder na sua opinião. A ideia é saber quais qualificações nossos leitores identificam como primordiais para uma boa liderança.

Na próxima semana encerraremos a pesquisa e teremos dados para discutir, na opinião do leitor, o que faz de um gestor um bom líder. Contamos com vocês!

Liderar e Empreender

"Em termos simples, um líder é alguém que sabe aonde quer ir, levanta, e vai." John Erksine.
Uma pergunta frequente em relação a liderar e empreender é: dons ou aprendizado?
A onda da liderança, a qual produz inovações e transforma as ações no mundo, não conhece fronteiras. Ela globaliza culturas, valores e molda novos cidadãos, capazes de gerar seus próprios aprendizados, de ser seus próprios líderes e empreendedores.
A liderança e o empreendedorismo caminham no universo das capacidades, as quais resumem-se em características comportamentais que permitem a aplicação da informação como insumo, isso se dá através de habilidades como a pró-atividade, autoconfiança, humildade, sensibilidade, imparcialidade, a assertividade e a comunicação eficaz, dentre outras que sustentam os comportamentos empreendedores. É onde a informação se converte em conhecimento e este converta-se em produtos e serviços que agregam valor ao indivíduo, permitindo que ele personalize as informações, para que estas sejam utilizadas como instrumentos em benefício próprio e de seu meio.
Ser líder é diferente de ser administrador ou gerente, estes lidam com recursos e processos, já um líder está diretamente ligado ao relacionamento com pessoas e disseminação de informações.
Para o empreendedor, o ideal é que, caso não seja um líder nato, desenvolva capacidades de liderança, pois é necessário que a figura maior de uma empresa saiba passar os objetivos de seu negócio para seus colaboradores, para que estes façam voluntariamente o que precisa ser feito e a empresa consiga resultados positivos.
Segundo Sonia Jordão, especialista em liderança, palestrante e consultora organizacional, os empresários, principalmente empreendedores que ainda estão tentando se posicionar no mercado, comentem muitos erros, muitos ligados a questão de liderança corporativa, entre eles podem ser citados:
- Não se conhecem suficientemente para saber as competências que lhes falta para buscar treinamento ou pessoas com tais capacidades;
- Não conhecem o ponto de equilíbrio de seu negócio e gastam mais do que podem;
- Contratam pessoas que não são adequados às funções. Não é proibido contratar amigo ou parente, mas é proibido contratar gente incompetente para a função;
- Adiam decisões que precisam ser tomadas rapidamente;
- Não suprem seus colaboradores e a si mesmos com os treinamentos necessários. Não têm uma política de treinamentos;
- Assumem compromissos que não têm capacidade de cumprir;
- Esquecem que os clientes são o maior patrimônio das empresas. Todos os colaboradores na organização precisam “servir” o cliente e não “servir” o patrão. Sem clientes o negócio está fadado ao fracasso.
Ela ainda cita que um grande erro é o empreendedor transferir toda a responsabilidade de liderança para seus gerentes, pois quanto mais delega atribuições mais o líder penetra na essência de sua função: que não é "fazer" e sim "fazer os outros fazerem". O empresário não poder tirar sua responsabilidade em relação ao fracasso das ações e o rumo de seus negócios.
Portanto, ser líder é difícil, mas é um diferencial muito grande para um empreendedor. Muitas capacidades devem ser desenvolvidas dentre elas reflexão, pró-atividade e auto conhecimento destacam-se na auto avaliação que o empresário deve realizar.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A liderança na prática - Johnson e Johnson Brasil

Com o objetivo de colocar toda a teoria de liderança em prática, o comitê de comunicação da Johnson e Johnson, em duas edições, uma em junho e outra em agosto, realizou, para seus 113 agentes de comunicação, workshops sobre liderança.
O consultor professor doutor em Ciência de Comunicação, Júlio Barbosa, a pós graduada pela FGV, Marília Lobo, a professora mestre e coordenadora do curso de RP da Cásper, Tânia Baitello (ambos são professores da Faculdade Cásper Líbero do curso de Relações Públicas) e o convidado William Cerantola, ministraram os workshops, apresentando cases.
O foco desse workshop foi promover um painel para explicar o papel dos agentes de comunicação na minimização de boatos e na disseminação correta de informações, além de destacar a importância dos líderes como patrocinadores desse novo processo.
“A liderança é a capacidade de influenciar pessoas para que trabalhem entusiasticamente na busca dos objetivos identificados como sendo para o bem comum. A comunicação diz respeito a todas as pessoas da empresa e exige comprometimento”, ressalta William.
Sendo assim, podemos observar que no mercado as empresas necessitam de agentes que saibam liderar e que tenham capacidade de disseminar a milhares de informações sem que existam boatos. É por isso que a comunicação interna deve estar capacitada a fim de auxiliar os funcionários nesse processo de liderança.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Líderes Estrategistas

Estava assistindo alguns vídeos no youtube e acabei encontrando uma homenagem muito legal ao professorIdalberto Chiavenato, que é um profissional muito reconhecido e prestigiado pela excelência de seus trabalhos em Administração e em Recursos Humanos.

O vídeo foi gravado durante a premiação da ABRH - NACIONAL a Idalberto no Evento CONARH 2009 que ocorreu dos dias 02 a 05 de setembro. Confeço que aprendi muito com o que escutei e gostaria que todos tivessem um tempinho para assistir também. É uma aula de como as organizações devem incentivar gestores de pessoas e não apenas de processos. Espero que gostem:


http://www.youtube.com/watch?v=nVwrC5ThiiI

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Liderar pelo exemplo

Este Post teve, mais uma vez, a valiosa colaboração e participação de nosso leitor Mateus, que nos sugeriu a exibição do vídeo abaixo, retirado do filme Mullan de 1998 da Walt Disney.

Este vídeo retrata claramente o valor da liderança pelo exemplo. Ser líder é muito mais do que determinar o que fazer. Dentre diversas tarefas de um lider, podemos citar principalmente de executar e mostrar como se faz. A liderança legítima é aquela em que o líder atua junto à equipe, levando motivação e disciplina.



O Comandante Shang-Li transparece segurança e confiança ao realizar as tarefas como devem ser feitas. Assim a equipe sente-se direcionada por um líder que, mais do que acompanha, faz parte da equipe.

O professor Martins afirma no PodCast a seguir o quanto o exemplo da liderança é determinante no desempenho da equipe.

http://www.profmarinspod.com.br/podcast/a-lideranca-pelo-exemplo.html

Uma equipe é, em sua grande maioria, um reflexo de seu líder. “Se os dirigentes não tiverem um genuíno comportamento e atitudes exemplares tudo ficará no discurso, na intenção e pouco ocorrerá de concreto, de efetivo dentro da empresa no dia-a-dia.”

Seja o exemplo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Siemens - O sucesso da liderança na comunicação interna


Tudo começou há 2 anos quando, seguindo uma tendência de mercado, a Siemens desenvolveu uma serie de regras anticorrupção chamado de compliance.

O compliance significa cumprir, executar “na pratica, implica em estar em conformidade com as leis , os regulamentos internos e externos e com os princípios corporativos que garantem as melhores praticas do mercado, o controle de riscos e a integridade da empresa e seus principais públicos” (material retirado do material explicativo de complince da Siemens).

Toda a mudança na organização foi feita de forma transparente e incisiva para que ficasse claro a todos as necessidades de se ter esse tipo de processo e entender que aquilo traria reultados positivos para a imagem da empresa diante todos seus públicos.

A comunicação foi feita por meio de todos os veículos disponíveis: folders, folhetos explicativos, intranet, revista e e-mails; mas o que foi considerado o ponto crucial para o sucesso da campanha foi a participação efetiva da liderança para dar credibilidade as informações e conscientizar os colaboradores da importância do compliance para o mercado.

Em um primeiro momento, a informação foi passada pelo presidente da empresa, Sr. Adilson Primo em uma reunião com aproximadamente 200 lideres, chamada talk how metting (depois do bom resultado obtido com este tipo de reunião, o talk how metting passou a fazer parte da agenda do presidente da Siemens). Essa reunião era filmada e disponibilizada para todos os colaboradores, que passaram a usar o compliance por um link na intranet.

Após esse primeiro posicionamento, todos os lideres (cargo de diretoria e gerencia) tiveram vários treinamentos de alinhamento de discurso e sobre a ferramenta compliance para entender a fundo como a empresa funcionaria naquele momento.
Passada essa etapa, cada diretor ou gerente fez uma palestra com o seu quadro de funcionários explicando a importância de compliance, como seriam cobrados, quais as principais mudanças e como usá-la efetivamente. Essa palestra foi reportada para a diretoria geral de compliance na Alemanha com informações do tipo de palestra que foi dada, a duração, quantas pessoas estavam presentes, como foi recebida a ideia, entre outros.

O líder foi utilizado como mais uma ferramenta de comunicação, no caso a principal, pois foi desta comunicação direta e pessoal que dependeu o sucesso da campanha de compliance, que hoje esta em vigor na Siemens. Essa campanha fez com que a cultura organizacional da Siemens mudasse perante a importância da liderança envolvida na comunicação interna da empresa, e hoje ela e usada em todos os momentos.

De acordo com o Sr. Wagner Lotito, gerente de comunicação e marketing da Siemens Brasil “80% do sucesso da comunicação interna depende da comunicação do líder, pois se toda a comunicação interna for bem feita, mas não confirmada pelos lideres, todo o esforço vai por água abaixo”. O Sr. Lotito participou efetivamente do processo de comunicação do compliance na Siemens e acredita que o sucesso do caso se deu também pela participação efetiva da liderança no processo. “A comunicação interna só é eficaz quando os lideres participam efetivamente do processo como verdadeiros veículos de comunicação” finaliza ele.

Depois desta conversa com o Sr. Wagner, pude perceber que a liderança e a comunicação interna estão totalmente entrelaçadas e essa é uma combinação de resultado.


*Agradeço o Sr. Wagner Lotito pela entrevista e explicação do case de sucesso da empresa como pauta para este blog.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

" A síndrome da liderança"

Toca o telefone da Piacello:

_ Boa noite, pizzaria Piacello, qual o seu pedido?
_ Boa noite, eu gostaria de uma meia calabresa e meia... meia o que chefe? - pergunta o rapaz para o diretor.
_ Pode ser portuguesa. Com bastante ovo!
_ E meia portuguesa, por favor. - completa o rapaz. O endereço é Rua Amaury, 201, na The Business Corporation.
_ Perfeito. Em meia hora sua pizza estará aí!

Passado a meia hora, toca o ramal do rapaz:

_ Pizza!
_ Já estou descendo!

O diretor se levantou pouco depois e foi fumar um cigarro, chegando na calçada olhou o homem enconstado no muro e disse:

_ O que você está fazendo parado aí? Quanto eu te pago pra você não fazer nada?!
_ Trezentos reais!

Revoltado, o executivo faz um cheque no valor do salário do homem e grita:

_ Vai embora! Toma isso e está despedido!

Segundos depois o rapaz que foi pegar o dinheiro para pagar o motoqueiro da pizzaria chega e pergunta:

_ Ué! Para onde foi o entregador de pizza que estava bem aqui???

... pois é, existem muitos esteriótipos de líderes e maneiras de liderar, porém é necessário responsabilidade, discernimento e equilíbrio.
Estar posicionado em cargos de liderança é algo, para o ser humano, o qual pode "subir a cabeça".
Existem muitas maneiras para a capacitação e formação de um bom líder executivo, atualmente, cursos preparatórios e workshops são elaborados e financiados pelas empresas para prepararem melhores seus líderes.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Retomada ao filme “A Fuga das Galinhas”

No dia 22 de maio, questionamos sobre o que as pessoas acham a respeito do papel do comunicador no contexto do filme “Fuga das Galinhas”.Por esse motivo, retomamos o assunto ao abordar a opinião do grupo.

O líder tem a capacidade de analisar e verificar os momentos mais adequados para a tomada de decisão que é realizada em conjunto ou com o consentimento do público específico. Dessa forma, a galinha resolve o melhor momento para a fuga e mesmo que os colaboradores achassem que aquele não era o momento adequado, ela demonstra que a decisão certa a ser tomada era essa mesma e, assim, todos aceitam dando o melhor de si naquele momento crucial.

Nesse cenário, a galinha chefe foi capaz de evidenciar a necessidade da atitude tomada e fez com que os outros apoiassem a sua decisão. Quando comparamos esse filme com as organização, pode-se dizer que um bom líder faz com que os colaboradores acreditem nos projetos definidos, aumentando a eficiência de trabalho e criando a sensação de fazer parte daquilo que estão “construindo”. Uma organização com a liderança bem sustentada é capaz de motivar, coordenar e realizar ações que poderiam parecer difíceis no começo. O comportamento que a boa liderança causa nas empresas, com certeza é capaz de fazer milagres no “galinheiro”.

A área de comunicação das corporações esta diretamente ligada à liderança quando é pensado em troca de informações liderança colaborador e vice-versa. É comum as organizações contarem com uma ótima equipe de líderes, mas que não sabem exatamente como se comunicar com seus colaboradores de modo que os motivem e façam acreditar na empresa. É ai que a comunicação faz o seu trabalho, incentivando e mostrando a importância da boa difusão de informações em todos os sentidos. Em parceria com o RH da empresa, é possível desenvolver capacitações e dar ênfase à divulgação do papel da liderança, o que é esperado e o porque é tão importante para a empresa que seus líderes saibam se comunicar de forma adequada. A comunicação tem o papel de informar e incentivar a empresa a seguir as tendências de mercado, garantindo assim bons resultados.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Líderes são dispensáveis?

Ao longo das últimas semanas comentamos muito sobre a importância de um líder dentro de uma organização, mas a pergunta que não quer calar é: Os líderes são escolhidos de forma correta? Eles estão preparados para assumir uma liderança? Fiquei curiosa para saber um pouco mais sobre esse assunto e encontrei uma pesquisa muito interessante.


Durante três anos, a consultoria Entheusiasmos desenvolveu um estudo junto aos líderes de diversas empresas e reveleou que mais de 50% dos líderes, entre eles também estão os diretores, gerentes e presidentes, são dispensáveis para a Empresa na qual trabalham. Confesso que a príncipio fiquei um pouco assustada com este dado, mas quis entender o porquê de um resultado assim.


Sabemos a real importância de um líder dentro de uma organização e que,claramente, ele não é dispensável. Um bom líder não pode simplesmente ser descartado, e é por isso que o resultado da pesquisa é um pouco assustador. Se mais de 50% dos líderes são considerados facilmente substituíveis, me pergunto como eles são escolhidos? Será mesmo que as organizações reconhecem a importância e necessidade de um bom líder dentro da organização?

O principal fator para este resultado é o fato de que a maioria dos colaboradores não enxergam os seus líderes como pessoas que realmente fazem diferença para o sucesso de uma Empresa e que não valorizam devidamente a importäncia de cada um deles.

Na minha opinião, acredito que as Empresas devem escolher melhor os seus líderes para que estes representem realmente o papel fundamental diante do público interno de uma organização.


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O líder carismático

Sempre que leio algo sobre as características de um líder, encontro com grande freqüência o quesito “Carisma” para uma liderança de excelência. Desta vez, porém, encontrei uma citação que, no mínimo, me fez pensar sob um outro prisma.



Obviamente, o Carisma alavanca a imagem pessoal do indivíduo que pratica a liderança. Mas se essa não for uma característica latente do cidadão, creio não haver muitos problemas!
O verdadeiro lider pode conquistar seguidores simplesmente por sua postura honesta e esforçada, por exemplo.

O essencial é que o líder seja admirado de tal forma a conquistar seguidores fiéis. E esta admiração, no geral é ocasionada por uma boa conduta adotada pelo Líder.

A lição que podemos tirar disso, meus caros leitores, é simples: Seja você mesmo. Utilize os traços da sua personalidade para formar hábitos de eficácia. E é claro, busque analisar os pontos fracos que limitam esta eficácia.

Como afirmou, muito sabiamente, nosso leitor Mateus em um dos comentários em nosso blog: "o capital social que o líder carrega é que fortalece o seu discurso ".

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A importancia da boa retórica

Recapitulando o assunto da ultima quarta feira, quando discutimos a importância da liderança como interlocutor de informações em no sentido de validá-las, gostaria de discutir um pouco a questão da retórica organizacional utilizada também pela liderança.
Essa semana estava lendo um texto bastante interessante que discute o assunto: “ Discurso organizacional: Uma abordagem retórica” de Tereza Lucia Halliday. O texto explica como as empresas usam a retórica para validar algum tema pertinente tanto para o publico interno como o publico externo, mas a parte que me chamou a atenção foi quando a discussão entra na questão do líder da empresa estar diretamente ligada a validação desta retórica em todos os sentidos.
A retórica como construção da realidade, deve ser apresentada por gestores preparados para isso. O texto cita um programa organizado pela Aberje que percebeu essa dificuldade e a necessidade que as empresas têm em contar com bons retores. O tema do programa era : “como conquistar e manter o comprometimento dos funcionários em tempos de incerteza empresarial crescente” e o programa discorria sobre a presença diária do “comunicador gestor” como principal responsável pela ação retórica legitimizante.
Mais uma vez, destaca-se a importância da liderança bem treinada para ser a interlocutora principal das empresas passando confiança e legitimidade aos públicos de interesse.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

ÉTICA x SISTEMA

Ser um líder corporativo no cenário atual não é nada fácil, vejamos os esforços relacionados a ética.
Aprofundando a reflexão relacionada a ética organizacional, nos perguntamos: " Quais são os limites? Onde, quando e por quê a ética é possível e real em um mercado capitalista focado na prospecção financeira? Afinal, o homem, agora explora de maneira lucrativa a solução dos problemas que criou e chama esse processo de sustentabilidade.
Os líderes das corporações devem estar completamente situados e inseridos na realidade mercadológica de sua instituição. Devem saber trabalhar todas as vertentes que fazem da organização sua imagem, reputação, caráter, valores, políticas, ações e objetivos, definindo-a em um plano real de seus públicos.
A liderança é um patamar de extrema responsabilidade, de muita influência, e, muitas vezes, o próprio espelho da corporação. Justamente, devido ao "peso" agregado às lideranças, cobra-se dos respectivos líderes as ações moralmente corretas, a ética como princípio básico para as decisões e um comprometimento responsável com o bem estar.
Como exemplos corporativos para ajudar na reflexão podem ser citados o líder da Eternit, Empresa produtora de telhas e tampas de reservatórios de água, e o líder da Philip Morris, indústria do tabaco. O primeiro defende o uso de amianto na produção de seus produtos; a matéria-prima é considerada legal, porém é cientificamente comprovado que é prejudicial a saúde podendo causar o câncer de pulmão. Já a indústria do Tabaco, além de comercializar um produto que também se encaixa nas leis, mas faz mal ao bem estar público, propôs que as taxas governamentais em cima do produto fossem fixadas em sua máxima, justificando que dessa maneira os governos arrecadariam mais impostos, porém não divulgam que trata-se de uma estratégia que prejudica a venda dos produtos da concorrência.
Bem, esses são alguns exemplos de caminhos éticos concretizados por algumas lideranças corporativas.
Reflitam!

domingo, 23 de agosto de 2009

Líder como fonte de referência

No cenário empresarial, a liderança tem ganhado cada vez mais destaque e importância. Com a chegada da globalização, a liderança apresenta diferentes perfis, mas o verdadeiro líder é aquele que sabe se comunicar e que exerce os princípios básicos, como ética, empatia, coragem e integridade.

Se o líder é o representante que deve nortear o caminho a ser seguido pelo grupo, sendo referência e fonte de inspiração para os demais, ele deve dosar suas atitudes. Digo que deve dosar suas atitudes no sentido de não cometer atos que comprometam a ética corporativa.

Hoje em dia, a maioria das grandes empresas adota o código de ética, em que retratam normas de comportamento no local de trabalho, bem como com clientes e parceiros, entre outros. Na prática, essas medidas conduzem a empresa para resultados positivos, pois, quando uma empresa trabalha com seus funcionários de forma transparente, a tendência é que esse público interno esteja disposto a exercer suas atividades, conforme a liderança.

O líder, ao exercer uma posição de poder, deve saber compartilhar os ideais da organização com seu público interno a fim de tomar uma decisão com o auxílio de sua equipe. Trabalhar de maneira transparente tende a beneficiar a empresa em diferentes aspectos. A troca de informações dos funcionários e liderança é de grande valia, pois, dessa forma, os funcionários, além de contribuírem com fatos que eram desconhecidos pelo líder e que podem ser fundamentais na otimização de processos, sentem-se mais motivados para exercerem suas funções.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A liderança na comunicação de risco

Na última segunda feira, 17 de agosto, após a aula de Comunicação Interna, com o professor Bruno Carramenha, estava pensando como a liderança sempre esta envolvida na comunicação de risco em empresas. Sempre que se pensa em uma situação de crise, a primeira pessoa a ser contatada pelo comitê é o presidente ou o a diretoria responsável. Isso prova o quanto a liderança e importante no sentido de dar mais credibilidade à todas as informações e decisões que a empresa tomará a partir daquele momento.

O que entra em ação é o papel de herói que o executivo tem perante todo seu público interno que acredita e confia nele. Esse papel deve ser trabalhado pela organização em todos os sentidos para que se tire o melhor proveito quando falamos de crises internas e externas.

Um exemplo que me fez pensar foi ontem mesmo na primeira aula que tivemos na faculdade. Depois de toda a crise epidêmica da Gripe A (H1N1), não bastou apenas os professores explicarem procedimentos e todas as medidas preventivas tomadas, quem foi passar o recado foi a Coordenadora do Curso de Relações Públicas da Faculdade Cásper Líbero, Tânia Baitello. Não desmerecendo os professores, mas a presença da Coordenadora trouxe mais credibilidade à sala de aula, provalvelmente pelo cargo a qual ela ocupa.

Continuando na mesma linha, após as apresentações tivemos que resolver alguns casos de crise interna de empresas criando ações sustentáveis em tempos de crise. O impressionante é que com todas as pessoas que eu conversei, incluindo meu grupo, pensaram em primeira mão, em uma ação que de alguma maneira envolvia a liderança da empresa para passar informações que acalmasse os colaboradores em geral.

A liderança foi envolvida também para “acalmar os nervos” e as informações por ela passada eram trabalhadas mais tranquilamente por outros veículos de comunicação.

Acho que cada vez mais é importante treinar nossa liderança para serem perfeitos porta vozes, e é preciso aproveitar essa cultura criada em volta da liderança que, na maioria dos casos, traz grandes benefícios para a empresa como um todo. Em momento de crise, a liderança bem treinada pode ser entendida como “a voz de deus”.

Postado por Michele Elkabets

terça-feira, 7 de julho de 2009

Jamaica Abaixo de Zero....

Fiquei pensando em um exemplo conhecido por todos nós para falar aqui, e foi então que lembrei de um ótimo filme: ``Jamaica Abaixo de Zero``.

O filme nos ensina muitas coisas, mas principalmente nos mostra o que é um verdadeiro líder. Muitas pessoas acreditam que só conseguirão ser bons líderes quando estiverem em cargos hierárquicos altos ou ganhando muito dinheiro, porém isto não é determinante para uma boa liderança.

http://www.youtube.com/watch?v=szMbooqv9kM


Desde o começo, aqueles jovens tinham tudo para desistir, pois muitos eram os fatores desfavoráveis: Na Jamaica não neva, a equipe não conhecia o esporte, não tinha lugar para treinar, não possuía dinheiro para comprar os equipamentos, além de que todos os participantes da Jamaica eram zombados pelas outras equipes.
Porém nada disso os fez desistir. Isso só foi possível pela liderança exemplar do treinador e de um componente da equipe. Enquanto o treinador Irwin Flitzer era o líder de toda a equipe principalmente por sua técnica e conhecimento no esporte, Derice Bannock era o líder motivador e que estimulava o engajamento de sua equipe. Foi com o trabalho conjunto desses dois, que a equipe conseguiu chegar até onde chegou.

Não deixe de assistir. Vale a pena!!!

domingo, 21 de junho de 2009

Jesus Cristo: Um dos maiores líderes de todos os tempos

Este post foi motivado por uma comunidade do Orkut muito curiosa, chamada Jesus, the Best promoter ever! A justificativa para a criação de tal comunidade é a seguinte:

“Fazer uma festa pra 12 pessoas, só com vinho e breadstick , ser lembrada por mais de 2000 anos NÃO é pra qualquer um.
Arrasou , Jesus .”


Independentemente da religião do leitor que nos acompanha, é inegável que Jesus Cristo foi e continua sendo um líder de imensa magnitude. E com certeza, em matéria de liderança, temos muito a aprender com ele.

Jesus motivou e motiva a um número incontável de pessoas em prol de um objetivo comum, por mais de 2 milênios.

Ele tinha seus objetivos muito bem definidos. Como está descrito na Bíblia, ele dizia: “Sei de onde vim e sei para onde vou”.

Apesar de se denominar como O Filho de Deus, não agia com superioridade frente aos outros. As pessoas costumam prestar atenção em seus líderes, como agem e como se comportam. Sua atitude pode inspirar ou desmotivar os demais. E Jesus dava bom exemplo não só em palavras, mas em ações.

Jesus era um líder incansável, pois trabalhava arduamente por seu objetivo – a Bíblia conta as diversas e longas viagens de pregação que realizou.

Este autêntico líder “encarnava” seus valores e crenças como justificativa e motivação para a realização de suas ações. E quanto a seus seguidores, ele não pretendia apenas que o seguissem, mas que iniciassem um caminho próprio e consciente, calcados em um objetivo comum.

Jesus tinha uma habilidade sem igual em comunicar-se com os outros. Ele conseguiu se fazer entender pelas mais diversas pessoas, desde autoridades até os que tinham pouca instrução.
E esse homem tem até hoje um imenso poder de persuasão. Não é a toa que continua conquistando seguidores fieis pelos quatro cantos do mundo. Sem contar seu carisma inigualável, fator fundamental para tal conquista.

Seus apóstolos, além de terem conseguido atingir suas metas, disseminavam a palavra aprendida pelo líder.

E talvez a mais importância das características de Jesus: ele tinha e transparecia uma imensa paixão por tudo que fazia. Para motivar os outros, um comandante deve ter a motivação em si mesmo. Tal atitude inspira e contagia a qualquer um.

E foi assim que este homem conseguiu alterar de maneira irreversível a história da humanidade.
Não seria excelente se um líder pudesse fazer um pouco do que Jesus fez com a humanidade em uma empresa? O desafio está lançado!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O problema dos gestores brasileiros

Saiu hoje uma matéria no Valor Econômico que me chamou a atenção. A matéria contava sobre uma pesquisa recente feita sobre os gestores brasileiros, e a conclusão foi que, em sua maioria, são todos autoritários e conservadores.


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Gestores brasileiros são autoritários e conservadores

Valor Econômico, 01.06.2009

São Paulo


A maioria dos gestores brasileiros não desenvolveu de forma satisfatória sua capacidade de liderar e possui um estilo de liderança conservador e autoritário. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado pela consultoria Fellipelli com 21.602 profissionais do alto escalão ao longo de 2008, com base em ferramentas de análise de tipos psicológicos.

De acordo com a pesquisa, apenas 32,8% dos executivos sabem liderar de forma plena e 12,1% têm a inovação como uma competência inata. Para Adriana Fellipelli, diretora da consultoria, esse gap pode significar prejuízo e baixa produtividade, especialmente em momentos de turbulência no cenário econômico internacional. "Sem aperfeiçoar essas habilidades, os gestores estão deixando um para trás uma grande oportunidade para que suas organizações se renovem e se tornem mais competitivas."

A análise dos dados revelou que nos níveis de comando, 27,1% dos gestores brasileiros apresentam tendência a uma liderança mais autoritária e tradicional. Adriana ressalta, no entanto, que isso não é necessariamente uma coisa negativa. "No ambiente corporativo, transmitir autoridade permite que as atividades sejam feitas de forma mais organizada e homogênea", explica. Mas é preciso ficar atento, pois esse método de trabalho pode inibir a renovação e a evolução das operações. "É preciso exigir criatividade e autonomia da equipe e ser mais aberto a mudanças para garantir um fluxo melhor de ideias e tarefas", afirma. Prova disso é que 53,3% dos entrevistados não apresentaram propensão a correr grandes riscos e realizam até mesmo tarefas com as quais não concordam. "Se esse profissional souber se colocar, talvez consiga melhorar muitos processos da empresa por meio, por exemplo, de contrapropostas", diz.

De acordo com Adriana, não existe um perfil certo ou errado nos negócios, uma vez que todos têm vantagens e desvantagens.

Por esse motivo, é essencial formar uma equipe diversificada. "As pessoas se complementam nas mais diversas atividades do dia-a-dia. Possuir um quadro de funcionários bastante heterogêneo é a chave para garantir a qualidade do trabalho", afirma a consultora. (RS)

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Na minha opinião, um gestor autoritário prejudicar toda a comunicação de uma empresa, deixando os funcionários inseguros e insatisfeitos o que implica negativamente nos resultados da empresa.

É necessário que as instituições se deem conta dos prejuízos que a falta de uma boa liderança pode trazer e passem a investir em melhores processos seletivos e em treinamentos constantes para que o problema seja solucionado. Assim com uma boa liderança, a empresa com certeza trabalhará melhor e com mais produtividade.


sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lideranças por competências

Você sabe a real importância que um um programa de liderança pode fazer por você?
A realidade do mercado corportativo mostra a busca por novos talentos que apresentem como característica a capacidade de LIDERANÇA.
As empresas e organizações valorizam os profissionais com competências para liderança, pois estes apresentam características que destacam-se para a ascensão do negócio. Renascer o líder que há dentro de cada profissional é algo que pode ser concretizado com treinamentos especializados, os quais podem ser realizados pela própria organização ou através de outros grupos e profissionais capacitados que oferecem alguns desses treinamentos.O profissional Paulo César T. Ribeiro, diretor da CONSENSOrh, explicita sua opinião em relação a importância do espírito e capacidade de liderança para um profissional da realidade corporativa. Indica, também, algumas das competências que esse profissional líder deve apresentar, como:
  • autoconsciência
  • entender a complexidade dos processos estratégicos
  • competências emocionais tais como habilidade de trabalhar com outros e a eficácia ao liderar mudanças.
  • motivação e habilidades sociais

Como algumas dessas competências voltadas ao líder, muitas outras devem ser descobertas e trabalhadas dentro do profissional que tem esse objeitvo em sua carreira.

Uma boa sugestão para aqueles que querem exercitar essa capacidade de liderança é o curso e "Liderança por competências", realizado pela CR BASSO Consultoria. Os dias são 17 e 18 de Junho. Para mais informações referentes ao curso acesse o link: http://www.crbasso.com.br/eventos.asp?link=OP1483 .




sexta-feira, 22 de maio de 2009

Liderança no filme "Fuga das Galinhas"

Com o trecho do filme “A fuga das galinhas” é possível identificar várias das posturas que um verdadeiro líder deve ter, levando os exemplos para o dia a dia de uma organização. A galinha chefe tem o ar de liderança, e isso fica claro do começo ao fim do vídeo. Ela apresenta idéias brilhantes, tem capacidade de motivar seu grupo, sabe se expressar e transmitir as informações necessárias e, principalmente, sabe tomar uma decisão rápida e precisa no momento certo.

Em um trabalho realizado para a disciplina de Gestão da Comunicação Interna, lecionada pela professora Viviane Mansi, tivemos que responder como a área de comunicação pode atuar proativamente para estimular esses comportamentos, baseando-se no filme. E você o que acha a respeito do papel do comunicador neste contexto?


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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Quem é o líder?

Liderança é um tema presente em nosso cotidiano, mas afinal quem são os líderes? Serão os nossos chefes? Serão os mais espertos? A verdade é que um qualquer um pode ser líder. Em entrevista para a revista Exame, Oscar Motomura, diretor-geral da Amana-Key, afirma que o verdadeiro líder é aquele que se vê como parte do "organismo vivo da empresa", um catalisador ativo do processo de mudança (decisões difíceis) e alguém que procura envolver todos.

Esteja no topo da hierarquia ou não, definir um líder vai muito além de cargos e posições em um ambiente de trabalho. Podemos dizer o líder é aquele que visa um processo de participação, comprometimento e evolução de um grupo de pessoas.

Dê a sua opinião, quem você considera um líder?

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A liderança no cinema

Resolvi fazer mais uma postagem para registrar algo que ocorreu comigo no dia de hoje.
Ao chegar em casa, encontrei com a minha irmãzinha, que estava assistindo ao filme Formiguinhaz, da Dream Works, e resolvi assistir ao filme junto com ela.
Neste filme notei diversas cenas em que a liderança está presente.
Trata de uma pequena formiga que consegue liderar a todo o formigueiro em busca de um bem comum: salvar a vida de todos.


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Z acaba liderando uma revolução que expandirá os horizontes da colônia, colocando seus sonhos de liberdade ao alcance de todos.
Não posso deixar de citar, é claro, a sensacional dublagem feita pelo Woody Allen para o grande líder do filme, o Z.
Agora é a sua vez: diga um filme que possua uma cena de liderança!

E você? É um bom líder?

Segundo o escritor norte-americano Eric Hoffer, líder é alguém que é "prático e realista, mas precisa falar a linguagem do idealista".
Como um dos temas mais procurados e discutidos no mundo corporativo da atualidade, a liderança esta presente não só nas organizações, mas também em nosso dia a dia.
Mas afinal, o que faz de alguém um líder?A Revista Você S.A. desenvolveu um teste que avalia as habilidades do leitor em liderar uma equipe.
Faça o teste e descubra!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Bom gestor, bom comunicador... excelente ouvinte

Neste novo mundo, a comunicação se tornou peça chave para qualquer empresa e é essencial que seus gestores estejam bem preparados para essa era que já estamos vivenciando. Na última segunda feira, saiu na Gazeta Mercantil, coluna do Sr. Reinaldo Passador, um texto muito interessante sobre comunicação nos cargos de gerência, matéria perfeita para o começo deste blog. Abordando a comunicação como nova forma de classificação do profissional, ele pontua ações vividas no dia-a-dia empresarial onde a necessidade de troca de pensamentos é crucial. Gerentes, diretores e presidentes precisam saber como lidar com seus colaboradores, não apenas ao passar a informação corretamente, mas também, como ouvir e interpretar os feedbacks recebidos.



É, com certeza, a necessidade de uma comunicação bem desenvolvida em todas as áreas do mercado deixou de ser apenas uma tendência para ser vivida em tempo real. No mercado competitivo e globalizado, gestor que não fala ou ouve, é gestor em tempos sabáticos ....